quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Comparativo das câmeras do iPhone 11 Pro e Xiaomi Note 10

O Youtuber Nuno Agonia apresentou em seu canal no YouTube um comparativo entre as câmeras do novíssimo iPhone 11 Pro e do também novíssimo Xiaomi Note 10, esse segundo é o primeiro smartphone que é capaz de fazer fotos com 108 Mega Pixels, isso mesmo, o que devemos saber é que à quantidade de mega pixels não traduz a qualidade da foto e sim o tamanho da foto, quanto maior a quantidade de mega pixels maior a sua foto pode ser impressa por exemplo.



Basicamente a construção da lente e a capacidade do sensor é o que faz uma foto ter qualidade, mas é claro que um bom software ajuda muito na "pós produção", temos que levar em consideração que quanto mais luz entrar no diafragma da lente mais chances de uma foto com pouca luz ambiente serem mais visíveis por exemplo, porém abertura altas não costumam ter nitidez, para obter maior nitidez em uma foto é necessário aberturas mais fechadas e com bastante iluminação ambiente, por outro lado aberturas muito fechadas acabam gerando fotos escuras e quando são pós processadas "clareadas" ganham muito ruído.

Os iPhones sempre foram famosos por trazer mais realidade nas fotos, sem saturar as cores, sem forçar exposição, sem aumentar nitidez, basicamente o que os olhos veêm ou bem próximo disso, já os concorrentes no caso a Xiaomi possui recursos de embelezamento das fotos e acabam em alguns momentos estragando as fotos, aumentando demais a redução de ruído deixando as fotos um pouco "enceradas" ou com borrão ao invés de nitidez. Outras fabricantes são conhecidas por saturar demais as cores tornando fotos artificiais. 

Ficou curioso pra saber o resultado desse comparativo? 

Assista o video:


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Promessa de emprego atrai vítimas para golpes no WhatsApp!

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O golpe tem o objetivo de roubar dados pessoais e credenciais de acesso às redes sociais das vítimas


O Brasil registrou em outubro 12,5 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A situação é ruim para a economia, mas muito boa para autores de golpes na internet, que atraem mais vítimas à procura de emprego.

Os ataques são disseminados principalmente pelo WhatsApp e têm o objetivo de roubar dados pessoais e credenciais de acesso às redes sociais. Para atrair vítimas, os cibercriminosos divulgam links parecidos ao de empresas famosas com mudanças em alguns caracteres.
Ao abrir a página, a vítima é estimulada a responder a uma pesquisa e a compartilhar o link com amigos no WhatsApp para finalizar seu suposto cadastro. Em seguida, ela é encaminhada a uma página em que é levada a indicar seus dados de acesso às redes sociais ou informações como nome completo e CPF.
Segundo o dfndr lab, laboratório de segurança digital da PSafe, os golpes do emprego falso ficaram mais comuns no WhatsApp e nas redes sociais. A empresa registrou um aumento de 174% nas tentativas de golpes detectadas entre janeiro e outubro de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado.
As tentativas de golpe passaram de 861.962 registros, nos dez primeiros meses de 2018, para 2.368.296, no mesmo intervalo em 2019, segundo o dfndr lab. O grupo identifica, em média, 10 novos links por mês desse tipo de ataque.
Para o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, o diferencial de golpes como o do emprego falso é que, ao obter dados das redes sociais, os cibercriminosos conseguem espalhar outros golpes com mensagens para amigos das vítimas, além de criar publicações para aumentar o alcance do link malicioso.
"É comum também que o cibercriminoso utilize dados pessoais da vítima para fraudes financeiras, como solicitar empréstimos indevidos, fazer compras e até abrir empresas falsas", explica Simoni.
Segundo ele, a tendência é que golpes de falsos empregos se tornem mais comuns nas próxima semanas. Isso porque, com a aproximação do Natal, a oferta de vagas temporárias aumenta, deixando o ambiente propício para esse tipo de ataque.